Posicionar exige conectar ambiente, cliente e organização
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ClienteConcorrênciaInternoIndústriaSistema
01Definir a posiçãoPosicionamento02Ler o mercadoOPM03Avaliar a arenaDiamante · Cinco Forças04Escolher como competirEstratégias Genéricas05Organizar atividadesCadeia de Valor06Construir relaçõesDisciplinas · Delta
Ideia-chave Estratégia competitiva não é um modelo isolado; é uma sequência de escolhas coerentes.
Ponto de partida
Posicionar é escolher uma posição única — e fazê-la ser percebida
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ClienteConcorrênciaInterno
Estratégia
Como nos diferenciamos?
Escolher uma posição distinta diante dos concorrentes.
Marketing
Como queremos ser percebidos?
O lugar efetivo é construído na mente do público-alvo.
Organização
Como tornamos a promessa real?
Recursos e competências sustentam a capacidade de entrega.
Posicionamento competitivo=escolha estratégica+percepção+capacidade de entrega
Objetivo: onde queremos chegarEstratégia: o caminho para chegar lá
Síntese do capítulo: Porter; Ries & Trout; Kotler.
Três perspectivas
Olhar apenas para um lado ajuda. Integrar os três cria OPM.
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ClienteConcorrênciaInterno
Concorrência
Burger King
Produto, comunicação e localização foram usados para contrastar diretamente com o principal rival.
Interno
BASF
O conhecimento técnico em pintura transformou a oferta: de vender tintas a entregar “carros pintados”.
Cliente
Nespresso
Origem, experiência premium, sabores e canais próprios organizaram a proposta em torno do consumidor.
cliente+concorrência+coordenação internaOPM
Casos históricos e didáticos sintetizados do capítulo.
Diagnóstico
Para onde a organização está olhando?
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ClienteConcorrênciaInterno
Ênfase no cliente ↑
Orientado para o cliente
Risco: prometer valor sem capturar margem.
Equilíbrio
Orientado para o mercado
Cliente + capacidade + superioridade relativa.
Olhando para si
Risco: confiar em competências que o mercado deixou de valorizar.
Olhando para o concorrente
Risco: imitar o rival e esquecer o cliente.
Ênfase no concorrente →
Ideia-chave: Orientação para o mercado equilibra valor ao cliente, capacidade organizacional e superioridade relativa.
Gilligan & Wilson (2003).
Modelo 1 · Narver & Slater
OPM nasce de três comportamentos coordenados
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ClienteConcorrênciaInterno
LONGO PRAZO
LUCRATIVIDADE
Orientação ao clienteOrientação ao concorrenteCoordenação interfuncional
VALOR SUPERIOR ao cliente
01O que o cliente valoriza?02O que os concorrentes fazem melhor?03Conseguimos responder de forma integrada?
Narver & Slater (1990).
Modelo 2 · George Day
Ser OPM exige mais que informação — exige capacidades organizacionais
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ClienteConcorrênciaInterno
01Cultura orientada para fora
Valor superior e busca contínua de novas vantagens.
02Aptidões para sentir o mercado
Antecipar oportunidades e riscos; relacionar-se com clientes.
03Estrutura adaptável
Sistemas, controles e pessoas alinhados à resposta.
04Conhecimento compartilhado
Clientes e concorrentes visíveis para toda a organização.
A competitividade da empresa também depende do ambiente que a cerca
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IndústriaConcorrênciaInterno
Estratégia, estrutura e rivalidade
A concorrência local fortalece a competitividade?
Condições dos fatores
O setor dispõe dos recursos e competências necessários para competir?
Condições da demanda
A demanda local estimula inovação e qualidade? Qual o nível de elasticidade?
Setores correlatos e de apoio
Há fornecedores e setores de apoio competitivos?
PRODUTIVIDADE + INOVAÇÃO
GovernoAcaso
Ideia-chave O Diamante pergunta por que determinados ambientes favorecem produtividade e inovação.
Porter (1992). Exemplos brasileiros sintetizados do capítulo.
Atratividade da indústria
Concorrência é maior do que disputar clientes com rivais diretos
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IndústriaConcorrência
Poder de barganha dos FornecedoresAmeaça de novos EntrantesRivalidade
Considerar: concentração, diferenciação,crescimento, barreiras à saída
Ameaça de produtos SubstitutosPoder de barganha dos Compradores
O poder público influencia as cinco forças.
Porter (1980; 1986).
Aplicação
Transformando caixinhas em perguntas
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IndústriaConcorrência
INDÚSTRIA
Defina produto, geografia e estágio da cadeia antes de analisar.
?Quem são os rivais e quão intensa é a disputa??O que impede novos participantes??Que outras soluções resolvem a mesma necessidade??Quem controla recursos críticos??Quanto poder de escolha ou negociação o cliente possui?
Esta indústria é atrativa para quem — e sob quais condições?
Aplicação didática do modelo de Porter; sem dados setoriais presumidos.
Escolha estratégica
Toda posição combina uma fonte de vantagem com um escopo competitivo
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ConcorrênciaClienteInterno
ALVO AMPLOALVO ESTREITO
CUSTO MAIS BAIXODIFERENCIAÇÃO
Liderança em custos
Diferenciação
Enfoque em custos
Enfoque em diferenciação
CUSTO:escala · engenharia de processo · padronização · disciplinaDIFERENCIAÇÃO:marketing · produto · criatividade · pesquisa · coordenação
STUCK IN THE MIDDLE: ocorre quando a organização não sustenta nem vantagem clara, nem escopo coerente.
Porter (1980; 1986); Grant (2016).
Arquitetura da entrega
A estratégia só cria valor quando aparece nas atividades
Onde criamos valor?Onde encontram-se os problemas?Onde os custos se acumulam?Quais elos reforçam a posição?
Porter (1985).
Sistema de Atividades
Cadeia de valor em serviços - Um exemplo no setor de aviação civil
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InternoSistemaConcorrência
FITescolhas que se reforçam
Tarifas baixasRotas curtas ponto a pontoPartidas frequentes e confiáveisAlta utilização das aeronavessem refeiçõessem assentos marcadospreços muito baixosaeroportos secundáriossem conexões intercompanhiasfrota padronizadaequipes enxutasretorno em 15 minutosremuneração elevadabilhetagem automáticaalta produtividadecontratos flexíveis
Ideia-chave: Vantagem sustentável emerge do encaixe entre atividades e trade-offs.
Sistema Southwest Airlines reconstruído em português a partir de Porter (1996).
Além de Porter
Disciplinas de Valor: uma evolução das Estratégias Genéricas
Conhecimento profundo, descentralização e relações longas.
Exemplo didático: Setor bancário premium.
Treacy & Wiersema (1995). Exemplos sintetizados do capítulo.
Modelo Delta
A unidade de competição pode evoluir: produto → cliente → sistema
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ClienteSistemaConcorrência
Lock-in do sistema
Valor ampliado pelo ecossistema
Complementadores, padrões e efeitos de rede tornam o sistema mais valioso e difícil de substituir.
Solução total para o cliente
Valor ampliado pela solução
Integração e customização permitem atender às necessidades do cliente de forma mais completa.
Melhor produto
Valor superior na oferta
Competição por menor custo ou maior qualidade, desempenho e diferenciação.
VÍNCULO COM O CLIENTE
01ProdutoVencer pela oferta→ o valor está no que eu ofereço.→02RelacionamentoVencer pela solução ao cliente→ o valor está no problema que eu resolvo.→03EcossistemaVencer pela força da rede→ o valor está na rede que eu consigo mobilizar.
Hax & Wilde (2001).
Modelo Delta · A ideia mais difícil
Lock-in ocorre quando o sistema se torna mais valioso à medida que mais atores participam
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SistemaCliente
01mais usuários→02mais complementadores→03mais utilidade e variedade→04mais valor↺
P
Padrão proprietário
O sistema organiza um padrão e captura parte relevante do valor.
T
Troca dominante
A interface ganha valor com mais compradores e vendedores.
A
Acesso restrito
Concorrentes enfrentam dificuldades para acessar clientes, fornecedores e canais.
Lock-in não é simplesmente dificultar a saída.A vantagem é mais robusta quando permanecer gera mais valor.